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sábado, 3 de outubro de 2009

Daqui Eu Prefiro o Silencio

O dito, cujo, percurso preparado
Me leva a lugares desconhecidos
Minha mente pressupõe o incógnito
Mas meus olhos ja estiveram aqui
E não se encantaram
Objetos, aqui, ali, ah sim, eu vi
Agora a boca resseca com rangidos
O coração, esta denso e mórbido
Perdeu a graça, perdi o sono
Os verbos não alimentam paráfrases
Copia o submundo
Agora sim, eu pude rir
Deste teatro insólito em que vivemos
Eu, entre subterfúgios, chamei aquilo de vida
Um espetáculo, cujo maestro deixa seus fantoches
Aprenderem sozinhos com o destino que lhes foi dado
Mas nao, nas profundezas desta fábula
Seus corações não eram de madeira
Esqueçeram-se do criador
Intitularam-se deuses
Se acharam muito bons
Para sentirem a paz e a caridade
Que se perderam na autópsia da humanidade

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