CLICK HERE FOR THOUSANDS OF FREE BLOGGER TEMPLATES »

domingo, 27 de julho de 2008

Brisa incandescente

Estranha força do ego

Pólvora esclarecida

Como faíscas de um minuto sem volta

Estávamos em contemplação, admirando o vento de eternas lembranças.

Fogo de minha mente

Queima pensamentos de medo

Fortalece-me na luz da noite

Me espera ate o Amanhecer...

quinta-feira, 10 de julho de 2008

Saúde Na Vida, Felicidade No Amor

Vamos corra, pule VIVA!

E não se preocupe com mais nada...

Como maçãs, vá para o bosque...

Ame mais as pessoas e simplesmente cante...

Por agora um pouco disto já basta

segunda-feira, 7 de julho de 2008

Em Delírios Eu Vejo...


A água que clama entrar em tua boca

Estranha em desilusão de seca

E nesse mar de terras quentes,

Meu barco encalhado em galhos de angustia...

Mas enquanto a aventura não acabava

Eu me perdia em águas calmas

E as cabanas de índios estranhos me vinham à mente...

Índios macabros

Índios brancos

E a harmonia do rio banhado de sol, em sua maioria, era estranha

Densamente cinzenta

Camuflando a água

Desdenhosa

Aterrorizante debaixo do sol...

sexta-feira, 4 de julho de 2008

A Morte do Cão Sem Dono


Extensos pêlos ele tinha

E com faminta fome caçava pela noite

Em latas vazias revirava

Pensando se um dia poderia ser de alguém

Queria brincar pelo parque

Ser acariciado por quem quer que fosse

Mas seus desejos não se concluíam

Assim como ele, havia muitos outros.

Tristes ou tentando buscar de alguma forma a felicidade.

Já nem pensava mais em como vivia, ou como se sentia.

Mal ou pior, só pensava em ser de alguém.

Certo dia conheceu um outro cão, semelhante, de mesma raça até.

E perguntou a ele, se não sentia falta de alguém,

Ou falta que alguém lhe amasse.

E o outro respondeu:

“Não”! “Para mim já basta meu próprio amor...”.

Enlouquecido ou perturbado, não se sabe,

Enfiou-se na frente de um caminhão que ali estava a passar...

Pobre cão.

E nem era um vira-lata...

Com Um Pouco Mais de Sorte


Estamos em um longo caminho.

Dificuldades estão por vir.

Estamos preparados, estamos esperando...

O frio da perda

A ganância pela felicidade

A intolerância de suportar nossos medos.

Mas com calma os pássaros voaram

Com atitude iremos vencer

Com destreza conseguiremos suportar.

E no final do dia...

Lagrimas de orgulho surgirão em nossos bravos...

Soldados da fé.

quinta-feira, 3 de julho de 2008

O Que Não Contar...


Nessa trama correm veias onde meu sangue não queria estar

Pássaros que escondem segredos de meu quarto soterrado

Mente esquecida

Bajulação não correspondida

Tic-tac aponta meu relógio sem pulso

E dessa nossa estrada já não podemos mais aproveitar...

Minhas loucas aventuras, furtos de desejos, ou falta de ambições.

Ah...

Sem mencionar as pinturas,

Mal feitas e rasgadas!


Não pressione o ator, a platéia não existe.

Procure verbos e não charadas

A mata seca apavora, não alimenta.

E para o final da tarde, deixo meus depoimentos.

Sobre sinistras fugas pela madrugada...

De fome

Cobiça

E de repente... Boom!


Esqueço, replico, desfaço...

Como canções noturnas em florestas vazias.

Ou minhas ânsias por amizades inexistentes.

Nada se contraiu aos meus desejos

E meu universo se encheu de quadros vazios

Sem gloria

Sem atores

Cem pontos brancos...

Que não foram pintados

Sobre O Manto Dos Astros, (Sol ou Lua)


Enquanto o sol não chegar

Durante dias noturnos

Ou estradas sem fim

Estaremos aqui

Contemplando a bela lua

E amando isso tudo

Os valores psicológicos por maquinas sem vida

Acabam, como que enterrados vivos.

O estalar monótono faz com que carros andem lentamente.

A longa via parece o caminho da perdição.

Hoje o sol não veio, foi ao descanso.

A floresta comemora o nascimento de uma fogueira.

Que em um tempo não dito foi nossa pelo luar.

Eterna para lembranças em vinho.

Enquanto o sol não chegar...

Folhas velhas de meu diário viverão.

A verdade de nossos olhos em rascunhos mal feitos.

Sem vida, sem riscos.

A soberana lua surge.

Impondo desejos e transformações.

Ilude meus olhos.

E faz meu coração adormecer.

Debaixo de secas folhas...

Do Que Não Me Lembro


Por nada mais o presente se fixou

O futuro não se perdeu

O passado nunca esteve.

Mente ao inverso de cérebro, corrente sanguínea, pedaço quebrado.

Estrada vazia

Olhos, boca, e todo um romance.

Queimados em véu.

Perdidos na noite...

quarta-feira, 2 de julho de 2008

Begining?